Skip to content

PORTAL DF NOTÍCIAS

Primary Menu
  • Home
  • DIREITOS HUMANOS
  • EDUCAÇÃO
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
  • SAÚDE
  • GERAL
  • Home
  • 2026
  • agosto
  • 19
  • Dólar cai para R$ 5,17 após anúncio de recompra de títulos nos EUA

Dólar cai para R$ 5,17 após anúncio de recompra de títulos nos EUA

thiago 19 de agosto de 2026

A futura intervenção do governo estadunidense no mercado de títulos públicos do país trouxe alívio global. O dólar fechou em forte queda, e a bolsa avançou quase 1%.

Os mercados foram beneficiados pelo anúncio do Tesouro dos Estados Unidos de que pretende ampliar as operações de recompra de títulos de longo prazo, movimento que reduziu a pressão sobre os juros dos Treasuries (títulos do Tesouro estadunidense) e aumentou o apetite global por ativos de risco.

Principais números

  • Dólar à vista: R$ 5,177
  • Variação do dólar: -0,86%
  • Ibovespa: 167.830,27 pontos (+0,9%)
  • Variação do Ibovespa: +0,9%

Câmbio

A moeda estadunidense recuou 0,86% no mercado à vista e encerrou o pregão pela primeira vez abaixo de R$ 5,20 após três sessões. Durante a manhã, por volta das 10h30, chegou a R$ 5,15.

Na véspera, o dólar comercial tinha fechado a R$ 5,22, no maior valor desde 30 de março, quando tinha encerrado a R$ 5,24. Apesar da queda no pregão, o dólar ainda acumula alta de 1,83% na semana e de 2,09% em agosto. Em julho, a moeda havia registrado queda de 1,79%.

O movimento acompanhou a desvalorização do dólar no exterior depois que o Tesouro dos Estados Unidos anunciou que poderá dobrar o volume de algumas operações de recompra de títulos com vencimentos entre 10 e 30 anos.

As operações, previstas entre 9 de setembro e 4 de novembro, terão volume de pelo menos US$ 4 bilhões por operação, ante US$ 2 bilhões anteriormente.

A medida ajudou a aliviar a pressão sobre o mercado de renda fixa dos Estados Unidos e de outros países desenvolvidos. Com a redução dos rendimentos dos Treasuries de longo prazo, parte dos recursos globais passou a buscar ativos considerados mais arriscados, incluindo mercados emergentes.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, recuava 0,87% no fim da tarde, aos 98,793 pontos.

Ibovespa reage

O Ibovespa avançou 0,90%, aos 167.830,27 pontos, interrompendo uma sequência de 11 pregões consecutivos de queda, a mais longa desde 2023.

O índice chegou a superar os 170 mil pontos durante o dia, atingindo máxima de 170.340,60 pontos, mas perdeu força ao longo da sessão. A mínima foi de 166.334,73 pontos.

A alta foi sustentada principalmente por ações de grande peso no índice, incluindo petroleiras, mineradoras e empresas do setor bancário.

Nos 11 pregões anteriores, o Ibovespa havia acumulado perda de 6,55%.

O movimento desta quarta-feira acompanhou a melhora dos mercados internacionais após o anúncio do Tesouro estadunidense. A expectativa de maior demanda por títulos de longo prazo ajudou a reduzir os rendimentos dos papéis e favoreceu o fluxo para ativos de maior risco.

Ata do Fed

A ata da reunião de julho do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) também esteve no radar dos investidores, mas teve impacto limitado sobre o comportamento do dólar.

O documento mostrou preocupação dos dirigentes do banco central estadunidense com a inflação. Segundo a ata, vários integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) estavam dispostos a elevar os juros, mas muitos consideravam necessário um aumento caso a inflação não convergisse para a meta de 2%.

A divulgação ocorreu em um ambiente de maior alívio nos mercados de títulos, após o anúncio do Tesouro dos EUA.

Pressão continua

Apesar da recuperação, o mercado acionário brasileiro continua sob influência de fatores domésticos, como o nível elevado dos juros e as expectativas relacionadas ao cenário eleitoral.

A saída de capital estrangeiro também permanece no radar. Até 17 de agosto, o saldo de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira estava negativo em R$ 18,6 bilhões.

A combinação entre o cenário internacional e as condições domésticas mantém o mercado brasileiro sujeito a oscilações. Nesta quarta, porém, o alívio nos títulos públicos dos Estados Unidos e a maior disposição global para assumir risco favoreceram o real e as ações brasileiras.

* com informações da Reuters

About The Author

thiago

See author's posts

Post navigation

Previous: OAB Rio recebe mais de 2 mil denúncias do golpe do falso advogado
Next: Lésbicas cobram saúde integral, trabalho digno e fim de violências

Posts recentes

  • Vítimas do acidente na BR-737 são veladas em Imbituva 
  • Dívida dos EUA ultrapassa US$ 40 trilhões após governos Trump e Biden
  • UnB muda regras de ingresso para ampliar acesso às vagas de graduação
  • MJSP: centro de inteligência prisional começa a funcionar em agosto
  • Copa do Mundo Feminina 2027: veja os estádios onde a Seleção vai jogar

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Arquivos

  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025

Categorias

  • DIREITOS HUMANOS
  • ECONOMIA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • GERAL
  • INTERNACIONAL
  • JUSTIÇA
  • Política
  • SAÚDE
  • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Copyright © All rights reserved. | MoreNews by AF themes.