<div><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 </p><p><strong>O segundo dia do 7º Simpósio da Rádio Nacional realizado na quinta-feira, 21 reuniu pesquisadores, gestores de acervo, especialistas em rádio digital e representantes de emissoras públicas e privadas em torno de um debate urgente: como preservar a memória radiofônica brasileira e, ao mesmo tempo, projetar o rádio para o futuro digital.</strong><img src=”https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690374&;o=node” style=”width:1px; height:1px; display:inline;”/><img src=”https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690374&;o=node” style=”width:1px; height:1px; display:inline;”/></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Celebrando os 90 anos da Rádio Nacional, o encontro mostrou que o rádio continua vivo, reinventando-se entre plataformas digitais, inteligência artificial, <em>podcasts</em>, transmissão multiplataforma e novos modelos de consumo de áudio. <strong>Ao longo das mesas “Memória, mercado e transformação digital”, os participantes destacaram que preservar acervos históricos é também garantir futuro, identidade cultural e acesso democrático à informação.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><div class=”dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left”><div class=”dnd-atom-rendered”><!– scald=458574:grande_6colunas {”additionalClasses”:””} –><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 </p><img src=”/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif” data-echo=”https://imagens.ebc.com.br/xBe5oSo5597DeaFmpe77Wbro0GI=/463×0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/06/radionacional90anos.jpg?itok=eR0ZNUAI” alt=”Brasília (DF), 06/04/2026 – Sem fronteiras, Rádio Nacional completa 90 anos com uma das maiores estruturas de radiodifusão da América Latina. Arte/Agência Brasil” title=”Arte/Agência Brasil”/><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 
 </p><!– END scald=458574 –></div><div class=”dnd-caption-wrapper”><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
</p><p><strong>Arte/Agência Brasil</strong><!–END copyright=458574–></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
</p></div></div><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Na primeira mesa, “Importância histórica dos acervos das emissoras públicas e privadas: como preservar e ativar?”, o presidente do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS-RJ), Cesar Miranda Ribeiro, destacou a dimensão histórica do acervo da Rádio Nacional e a relação direta da emissora com a formação do próprio museu.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><blockquote WPAuto_Base_Readability=”7″>
<p>“Eu considero que fora da Rádio Nacional é o maior acervo que se tem conosco lá desde a década de 70”, afirmou.</p>
</blockquote><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>O presidente do MIS contextualizou a inauguração da nova sede do museu em Copacabana e lembrou que boa parte da memória cultural brasileira preservada pela instituição nasceu justamente da relação com a Rádio Nacional.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Segundo ele, o MIS possui atualmente mais de 53 mil itens doados, entre partituras, documentos iconográficos, acetatos e LPs. “Isso é muito importante porque às vezes vem complementar a própria preservação que a Rádio Nacional faz do seu conteúdo”, destacou.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Uma pesquisa publicada pela jornalista e doutoranda Akemi Nitahara também reforça a ligação histórica entre o MIS e a Rádio Nacional, apontando que parte significativa da memória da emissora está sob guarda do museu’’Principal emissora da Época de Ouro do Rádio no Brasil, a Rádio Nacional tem lugar de destaque no acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS). Com papel fundamental na difusão e consolidação da cultura nacional, bem como nos primórdios da cultura de massa e da indústria cultural no país, a emissora teve papel fundamental na história da radiodifusão brasileira e seu acervo continua de grande relevância para a academia e a cultura nacionais’’</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><a href=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M” target=”_blank”>>;>; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><div class=”dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right” WPAuto_Base_Readability=”12″><div class=”dnd-atom-rendered”><!– scald=463245:medio_4colunas {”additionalClasses”:””} –><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 </p><img src=”/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif” data-echo=”https://imagens.ebc.com.br/2a_7NGMYUtoiJ3B-nSmJLolF0uI=/365×0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/21/_rbr3405.jpg?itok=W2aJbeXc” alt=”Rio de Janeiro (RJ), 21/05/2026 – Maria Carnevale, gerente de Acervo da EBC, participa do 7° Simpósio de Ràdio – Memória, mercado e transformação digital, no Palácio Gustavo Campanema. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil” title=”Tânia Rêgo/Agência Brasil”/><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 
 </p><!– END scald=463245 –></div><p>
<h6 class=”meta”>Maria Carnevale, gerente de Acervo da EBC, no Simpósio de Rádio – Memória, mercado e transformação digital, no Rio – <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!–END copyright=463245–><br type=”_moz”/>
</h6>
</p></div><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>A gerente de acervo da EBC, Maria Carnevale, apresentou os desafios da digitalização do acervo da <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> e defendeu que tecnologia e preservação precisam caminhar juntas.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Ela explicou que a preservação de um acervo exige critérios rigorosos de seleção e catalogação: “Você produz e guarda para o outro. Isso não pode ser perdido de vista”, afirmou.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Maria também detalhou os processos de digitalização, transcrição e organização de dados desenvolvidos pela EBC, incluindo o uso de inteligência artificial para acelerar pesquisas históricas.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><blockquote WPAuto_Base_Readability=”8″>
<p>“Não existe mágica nem receita de bolo. A tecnologia ajuda, mas existe um esforço humano enorme de revisão e tratamento”, ressaltou.</p>
</blockquote><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Durante a apresentação, a gerente revelou números impressionantes do acervo da EBC: são 7.280 fitas de rolo arquivadas entre Rio de Janeiro e Brasília, além de 5.969 acetatos, 3.319 cópias em CD e mais de 153 mil páginas de roteiros de radionovelas.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Segundo ela, o acervo digitalizado atualmente corresponde a 28,2% do total. Maria também explicou a criação de sistemas específicos de armazenamento e metadados, fundamentais para localizar e reutilizar conteúdos históricos: “Você tem que sempre informar quem, o quê, quando e onde. Sem informação, identificar esse material depois é muito difícil”, observou.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><blockquote WPAuto_Base_Readability=”11″>
<p>Ao final do debate, ela resumiu a essência do simpósio: conectar passado e futuro: “A primeira parte celebrou exatamente a história, o passado, os problemas e desafios. E a segunda mesa traz o olhar do futuro”, disse.</p>
</blockquote><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Na mesa sobre novas formas para emissoras de rádio no universo digital, a coordenadora artística da <em>Rádio Globo</em>, Thays Gripp, apresentou a transformação da emissora e a estratégia de aproximação com novos públicos.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Durante a explanação, Thays relembrou como a rádio <em>GLOBO</em> passou por uma reformulação profunda e hoje atua de maneira integrada com plataformas digitais, TV, redes sociais, <em>podcasts </em>e transmissões <em>online</em>: “A Rádio <em>Globo</em> hoje está em todas as plataformas de mídia”, afirmou.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Thays destacou ainda como a emissora passou a dialogar com o público jovem e popular, usando pesquisas digitais constantes para entender hábitos de consumo e preferências musicais.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><blockquote WPAuto_Base_Readability=”8″>
<p>“Qualquer mudança que a gente vai fazer na rádio, a gente pergunta para o nosso público”, explicou.</p>
</blockquote><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>A transformação digital do rádio também esteve no centro da fala de Bruno Pinheiro, da <em>Ozen FM</em>, que discutiu como <em>podcasts</em>, inteligência artificial e distribuição digital estão mudando o consumo de áudio: “Hoje existem muitas ferramentas disponíveis. O rádio já pode ser mensurado no digital”, destacou.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Bruno explicou como plataformas desenvolvidas pela empresa utilizam IA para identificar, extrair e distribuir automaticamente conteúdos radiofônicos em formato de <em>podcast.</em></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Segundo ele, o rádio encontrou diferentes caminhos na era digital: enquanto algumas emissoras apostaram em câmeras e transmissões em vídeo, outras priorizaram a descentralização do conteúdo em plataformas de áudio: “O <em>podcast </em>falado, bem editado, é um herdeiro daquele antigo rádio AM”, afirmou.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>A pesquisadora Juliana Paiva também participou do debate sobre rádio 3.0 e novas métricas de audiência, discutindo formas de compreender o comportamento do ouvinte em múltiplas plataformas.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><div class=”dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left” WPAuto_Base_Readability=”8″><div class=”dnd-atom-rendered”><!– scald=463246:medio_4colunas {”additionalClasses”:””} –><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 </p><img src=”/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif” data-echo=”https://imagens.ebc.com.br/F7WiHdw5Dm_9MV8iMZ_CSXtpD3I=/365×0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/21/_rbr3444.jpg?itok=Fo3D24Qo” alt=”Rio de Janeiro (RJ), 21/05/2026 -O representante legal da Agência Sputinik, Gilberto Ramos, participa do 7° Simpósio de Ràdio – Memória, mercado e transformação digital, no Palácio Gustavo Campanema. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil” title=”Tânia Rêgo/Agência Brasil”/><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>
 
 </p><!– END scald=463246 –></div><p>
<h6 class=”meta”>O representante legal da Agência Sputinik, Gilberto Ramos – <strong>Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong><!–END copyright=463246–><br type=”_moz”/>
</h6>
</p></div><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Representando a <em>Sputnik Brasil,</em> Gilberto Ramos falou sobre o alcance internacional da agência estatal russa e o papel estratégico do rádio como ferramenta democrática de comunicação: “A rádio chega em locais onde outras plataformas não chegam”, afirmou.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p>Gilberto destacou que a <em>Sputnik</em> atua em mais de 40 países e 32 idiomas, com equipes espalhadas por diversos continentes: “A mídia é uma plataforma de <em>soft power</em>. Difundir cultura de forma plural é fundamental”, disse.</p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Ao refletir sobre o futuro do rádio, ele reforçou que o meio segue relevante mesmo diante da expansão digital: “Quem falava que o rádio iria acabar errou redondamente”, declarou.</strong></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><h2>Serviço:</h2><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Programação:</strong> <a href=”https://doity.com.br/7-simposio-nacional-do-radio/blog/programacao” target=”_blank”>https://doity.com.br/7-simposio-nacional-do-radio/blog/programacao</a></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p><strong>Ao vivo no youtube:</strong> <a href=”https://doity.com.br/7-simposio-nacional-do-radio/blog/programacao” target=”_blank”>https://www.youtube.com/watch?v=KcEyi0_OGB0</a></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

</p><p></p><p style=”display: inline;” class=”WPAuto_Base_Readability-styled”>

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