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Em Davos, Esther Dweck defende integração da América Latina

thiago 22 de janeiro de 2026

Única representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck, participou nesta quarta-feira (21) do painel “Superando o teto de crescimento da América Latina”.

O objetivo foi debater as mudanças em curso nas políticas econômicas na região e entender como a economia, estagnada em torno de 2%, pode alcançar um crescimento significativo. Para aministra, a integração latino-americana é o caminho para impulsionar opadrão de crescimento da região.

“A América Latina é uma das regiões menos integradas do mundo. Do ponto de vista do potencial interno de crescimento, eu destacaria três frentes em que a integração regional é essencial: infraestrutura, integração produtiva, com cadeias regionais de valor mais articuladas, e integração de políticas sociais, que também poderia gerar ganhos relevantes de escala e eficiência”, defendeu, segundo texto divulgado pelo MGI.

A ministra Esther Dweck ressaltou o crescimento do Brasil, nos últimos três anos e destacou a diplomacia do governo para reverter a situação das tarifas impostas pelos Estados Unidos ao país, no ano passado. Segundo ela, alguns setores ainda sofrem os impactos da sobretaxa, reforçando o papel importante do governo na reversão parcial das tarifas.

Dweck também lembrou do papel do governo brasileiro na negociação do acordo do Mercosul e União Europeia, assinado recentemente, após 25 anos de negociações.

Segundo a ministra, o atual mandato do presidente Lula é uma espécie de combinação dos governos anteriores de Lula e da ex-presidenta Dilma Rousseff. Ela destacou as mudanças fiscais no país ─ com a reorganização do orçamento, a retomada da transferência de renda, a reforma tributáriae a redução do déficit fiscal em mais de 70%, na comparação com o início do governo.

“Do ponto de vista das estratégias de crescimento, é possível identificar cinco frentes principais. A primeira, sem dúvida, é a distribuição de renda e a redução das desigualdades como motor do crescimento. E isso não ocorreu apenas pelo lado do gasto público. O Brasil realizou algo que eu diria ser histórico: uma reforma tributária em um governo democrático, tanto do ponto de vista da tributação indireta, com a simplificação do sistema, quanto em relação ao imposto de renda”, afirmou Esther Dweck.

O Fórum Econômico Mundial ocorre há 55 anos e reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. Neste ano, o tema do evento é “Um Espírito de Diálogo”, com o objetivo de promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

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